quinta-feira, fevereiro 26, 2004
não consigo evitar, de vez em quando tenho mesmo de aqui vir e despejar...
continuo a precisar da tal vacina contra a raiva, e em dose reforçada, ou talvez uma onda mais alternativa tipo umas sessões de yôga ou tai-chi, o que duvido que me possa ajudar porque estou a milimetros de dar uma dentada em alguem.
tento não me deixar levar, porque afinal é a tal estória das pessoas e da importância que lhes atribuimos, mas parece que quanto mais ignoramos mais perto querem chegar. e, para mim, há um limite de proximidade a partir do qual não me responsabilizo por qualquer atitude mais desvairada que possa tomar.
portanto estou a braços com um gajo que não vale um peido mal dado, com os caracois todos penteadinhos e uma falta de tacto de bradar aos céus. o que eu gostava de saber de vocês é que solução me aconselham para resolver este atrito sem ter de despentear o pobre coitado á estalada...
continuo a precisar da tal vacina contra a raiva, e em dose reforçada, ou talvez uma onda mais alternativa tipo umas sessões de yôga ou tai-chi, o que duvido que me possa ajudar porque estou a milimetros de dar uma dentada em alguem.
tento não me deixar levar, porque afinal é a tal estória das pessoas e da importância que lhes atribuimos, mas parece que quanto mais ignoramos mais perto querem chegar. e, para mim, há um limite de proximidade a partir do qual não me responsabilizo por qualquer atitude mais desvairada que possa tomar.
portanto estou a braços com um gajo que não vale um peido mal dado, com os caracois todos penteadinhos e uma falta de tacto de bradar aos céus. o que eu gostava de saber de vocês é que solução me aconselham para resolver este atrito sem ter de despentear o pobre coitado á estalada...
quarta-feira, fevereiro 25, 2004
só aqui vim deixar uma dica, que parece dificil mas não é fácil:
'as pessoas só têm a importância que lhes atribuimos'
portem-se bem e abraços
'as pessoas só têm a importância que lhes atribuimos'
portem-se bem e abraços
segunda-feira, fevereiro 23, 2004
ai ai
doi-me o pé, doi-me a alma, doi-me ali, doi-me do lado direito e do esquerdo tambem. nem um frasco de "painkillers" me safa. fui ver com atenção o que se passava e ri-me tanto que estraguei qualquer coisa cá dentro, o quê não sei mas tenho todos os sintomas de quem tem qualquer coisa estragada. tambem quem me manda a mim meter-me onde não sou chamado, aliás, quero deixar um conselho: não questionem, não procurem demais porque correm o risco de encontrar! e depois, é claro, não vão gostar de saber que não adiantou nada, e que além disso ainda serviu para aumentar a confusão.
o "sistema" não funciona, o(s) gajo(s) que anda(m) a encravar aquela merda é(são) sobejamente conhecido(s) pelos restantes e acabas por descobrir que és o unico ás voltas com esse problema...
engraçado não é? engraçado não, hilariante, de ir ás lágrimas... ai... tou que não me aguento, ainda rebento uma costura...uf
tanta falta de mão-de-obra na agricultura e continuamos a ter de viver com estes "batatas" !!!
abraços
doi-me o pé, doi-me a alma, doi-me ali, doi-me do lado direito e do esquerdo tambem. nem um frasco de "painkillers" me safa. fui ver com atenção o que se passava e ri-me tanto que estraguei qualquer coisa cá dentro, o quê não sei mas tenho todos os sintomas de quem tem qualquer coisa estragada. tambem quem me manda a mim meter-me onde não sou chamado, aliás, quero deixar um conselho: não questionem, não procurem demais porque correm o risco de encontrar! e depois, é claro, não vão gostar de saber que não adiantou nada, e que além disso ainda serviu para aumentar a confusão.
o "sistema" não funciona, o(s) gajo(s) que anda(m) a encravar aquela merda é(são) sobejamente conhecido(s) pelos restantes e acabas por descobrir que és o unico ás voltas com esse problema...
engraçado não é? engraçado não, hilariante, de ir ás lágrimas... ai... tou que não me aguento, ainda rebento uma costura...uf
tanta falta de mão-de-obra na agricultura e continuamos a ter de viver com estes "batatas" !!!
abraços
sábado, fevereiro 14, 2004
tanta coisa que havia para dizer mas não vou dizer nada
tanto que tenho para fazer mas não vou fazer nada
tanta coisa em que pensar mas não vou pensar em nada
vou simplesmente, como tantas outras vezes, desligar. uma propriedade minha de que muito me orgulho.
um clic é o suficiente para despoletar a inércia, e que bem vinda inércia esta!
não conheço, nunca vi, nunca sequer ouvi falar e se for para mim digam que não estou...nada mais simples e eficaz, venham os ministros, os tubarões, as guerras e os furacões porque eu já saí, e para parte incerta.
largo as 10 toneladas com um suspiro de alívio e deixo este peso para os ombros de outro alguém, alguém que o queira carregar com um sorriso. não como eu, que levo tudo a peito e me deixo enervar pela fuga ao óbvio, pelo ilusionismo e pela decepção. e tudo isto me estraga a pele, cria-me rugas com as quais tenho de conviver todos os dias. não, este peso não é para mim, eu tenho o sol, a praia, o mar, mais em que pensar do que este "embroglio" em que me vejo envolvido dia após dia e me enrola sem aviso prévio. tenho o vento para me levar, o tempo para estar e os parcos neurónios que ainda deambulam pela minha cabeça a ameaçar a greve geral por excesso de preocupações...
"e se não for um optimismo eu não vou prestar atenção" (finley quaye)
abraços
tanto que tenho para fazer mas não vou fazer nada
tanta coisa em que pensar mas não vou pensar em nada
vou simplesmente, como tantas outras vezes, desligar. uma propriedade minha de que muito me orgulho.
um clic é o suficiente para despoletar a inércia, e que bem vinda inércia esta!
não conheço, nunca vi, nunca sequer ouvi falar e se for para mim digam que não estou...nada mais simples e eficaz, venham os ministros, os tubarões, as guerras e os furacões porque eu já saí, e para parte incerta.
largo as 10 toneladas com um suspiro de alívio e deixo este peso para os ombros de outro alguém, alguém que o queira carregar com um sorriso. não como eu, que levo tudo a peito e me deixo enervar pela fuga ao óbvio, pelo ilusionismo e pela decepção. e tudo isto me estraga a pele, cria-me rugas com as quais tenho de conviver todos os dias. não, este peso não é para mim, eu tenho o sol, a praia, o mar, mais em que pensar do que este "embroglio" em que me vejo envolvido dia após dia e me enrola sem aviso prévio. tenho o vento para me levar, o tempo para estar e os parcos neurónios que ainda deambulam pela minha cabeça a ameaçar a greve geral por excesso de preocupações...
"e se não for um optimismo eu não vou prestar atenção" (finley quaye)
abraços
quinta-feira, fevereiro 12, 2004
banhinho... dizes então que se calhar um bom banho... água quentinha, muito sabãozinho e tal, uma valente esfregadela e fica a brilhar... uhm... não me parece, parece-me que a merda está tão entranhada que se calhar o mundo já só tem parasitas mesmo! sim, contra mim falo. ninguém faz nada para mudar esta realidade mundana atrofiante, e eu, tenho que ser sincera, também não.
é um vai vem de insatisfações, de desagrados, de desilusões, de raiva mesmo! dou por mim e já estou a desistir. a desistir de lutar por uma vida em sociedade, diferente, melhor, mais risonha. quero e parto-me toda para ser optimista, para contrariar, nem que seja só para chatear, mas não consigo ficar em cima com toneladas amarradas a mim e a puxarem-me para baixo!
gritas.
sorrio para te conseguir calar.
empurras.
cedo-te a vez para te conseguir evitar.
ignoras-me.
sorrio por não te ouvir.
eu evito o confronto com esta sociedade vil, que sofre demais por querer demasiado e ver muito pouco. por exigir demais e dar quase nada. por não ter direcção, nem orientação.
eu respiro de alívio quando estou calma e tranquila no prazer da minha própria companhia...
e fico feliz por saber que ainda somos uns quantos assim
bjs da pi
é um vai vem de insatisfações, de desagrados, de desilusões, de raiva mesmo! dou por mim e já estou a desistir. a desistir de lutar por uma vida em sociedade, diferente, melhor, mais risonha. quero e parto-me toda para ser optimista, para contrariar, nem que seja só para chatear, mas não consigo ficar em cima com toneladas amarradas a mim e a puxarem-me para baixo!
gritas.
sorrio para te conseguir calar.
empurras.
cedo-te a vez para te conseguir evitar.
ignoras-me.
sorrio por não te ouvir.
eu evito o confronto com esta sociedade vil, que sofre demais por querer demasiado e ver muito pouco. por exigir demais e dar quase nada. por não ter direcção, nem orientação.
eu respiro de alívio quando estou calma e tranquila no prazer da minha própria companhia...
e fico feliz por saber que ainda somos uns quantos assim
bjs da pi
quarta-feira, fevereiro 11, 2004
quem pode pode, quem não pode fica a olhar
muros, barreiras, obstáculos de toda a espécie são colocados no nosso caminho a toda a hora numa tentativa (frustrada diga-se de passagem) de nos manter sossegados.
quanto a mim, e só posso falar por mim, a coisa funciona um pouco ao contrário, sou um filho da puta de um bulldozer, não há muro que me impeça de ver o sol, tudo o que não tenho faz-me crescer, tudo o que me bloqueia o horizonte faz-me sonhar. sou mais do que eu, recuso ficar trancado neste quarto escuro e frio povoado de ideias em que não acredito.
tenho de sair e gritar, tenho de acordar e cheirar o mundo, olhar, voar, cair, errar...
mas a avaliar pelo cheiro este mundo deve ter passado de prazo (pelo menos parte dele), ou se calhar precisa apenas de um bom banho para sacudir os parasitas...
abraços
muros, barreiras, obstáculos de toda a espécie são colocados no nosso caminho a toda a hora numa tentativa (frustrada diga-se de passagem) de nos manter sossegados.
quanto a mim, e só posso falar por mim, a coisa funciona um pouco ao contrário, sou um filho da puta de um bulldozer, não há muro que me impeça de ver o sol, tudo o que não tenho faz-me crescer, tudo o que me bloqueia o horizonte faz-me sonhar. sou mais do que eu, recuso ficar trancado neste quarto escuro e frio povoado de ideias em que não acredito.
tenho de sair e gritar, tenho de acordar e cheirar o mundo, olhar, voar, cair, errar...
mas a avaliar pelo cheiro este mundo deve ter passado de prazo (pelo menos parte dele), ou se calhar precisa apenas de um bom banho para sacudir os parasitas...
abraços
como tantos outros sofro de uma existência sazonal crónica e estou neste momento no pico do inverno. que posso fazer? dá-me para isto, fico sentado a ver o mundo girar, a descobrir que nele há espaço para o meu mundo, para mim, só para estar... como uma festa de amigos num imenso jardim, um copo do tal vinho, os silêncios que partilhamos em que dizemos tanta coisa, o pequeno almoço na cama servido pela mamã, um livro temperado com vinho tinto acompanhado pela chuva lá fora num domingo de inverno.e isto alimenta-me, pelo menos o suficiente para manter a cabeça acima da água...
abraços
abraços
não tenho cá vindo porque não tenho encontrado tempo, além disso e por isso ando a funcionar na base do rascunho, o que me complica bastante porque penso no que escrevo e isso só me baralha...há tanta coisa para dizer, mais ainda para pensar e a cabeça anda ás voltas com tudo o que se passa lá fora.e o que se passa chega para me fazer passar.
e se me perguntarem como estou respondo que está tudo bem, aliás como sempre respondo.só que tudo não está bem, todos os dias as notícias chegam de enxurrada, notícias de gente que sofre, que morre, que chora. de gente que engana, que mata, que sorri.
e quando quem luta, quem ama, quem sente e respeita chora e quem atropela, corrompe, anexa e aniquila sorri tudo não está bem!
abraços
e se me perguntarem como estou respondo que está tudo bem, aliás como sempre respondo.só que tudo não está bem, todos os dias as notícias chegam de enxurrada, notícias de gente que sofre, que morre, que chora. de gente que engana, que mata, que sorri.
e quando quem luta, quem ama, quem sente e respeita chora e quem atropela, corrompe, anexa e aniquila sorri tudo não está bem!
abraços
mais uma vez, e não me canso de repetir, sintam-se em casa e comentem, e-mailem, delirem, metam uma porrra de um selo e enviem pelo correio, mas salpiquem-me foda-se! e, porque não? divulguem, mas com jeitinho...
quinta-feira, fevereiro 05, 2004
é exactamente por aí que vou começar...
de "rabinho no ar" é que eles nos vêm as calcinhas e aí, meu amigo, é um surto psicótico! Passam a ser pai, mãe, namorada, irmão e boss, tudo! Querem tudo, passam-se com tudo e baralham-se com tudo! é lindo de se ver! é quase kafkiano. não te perguntas: estás-te a passar?
mas, é mesmo assim. ou mudamos as cortesias e passamos a ser mais assertivos, ou possivelmente estas situações vão criando outras e outras e outras. e eu não estou para isso!
a velocidade a que se anda também gera stress e depois é tipo bola de neve. temos que fazer tudo, estar em todo o lado, organizar toda a gente... e quando paramos estamos demasiado esgotados para pensar em nós. nas nossas preocupações, nas nossas necessidades, nas nossas vontades. e parece que não dá para desacelarar! o pequeno caos que se constroi à nossa volta é que nos obriga a parar. a parar já esgotados, sem ideias e sem vontades.
não é bom.
por isso sugiro-te, aqui, agora e interactivamente que demos um passo gigante.
vamos descontrair um pouco. respirar calmamente. objectivar na boa.
bjs
de "rabinho no ar" é que eles nos vêm as calcinhas e aí, meu amigo, é um surto psicótico! Passam a ser pai, mãe, namorada, irmão e boss, tudo! Querem tudo, passam-se com tudo e baralham-se com tudo! é lindo de se ver! é quase kafkiano. não te perguntas: estás-te a passar?
mas, é mesmo assim. ou mudamos as cortesias e passamos a ser mais assertivos, ou possivelmente estas situações vão criando outras e outras e outras. e eu não estou para isso!
a velocidade a que se anda também gera stress e depois é tipo bola de neve. temos que fazer tudo, estar em todo o lado, organizar toda a gente... e quando paramos estamos demasiado esgotados para pensar em nós. nas nossas preocupações, nas nossas necessidades, nas nossas vontades. e parece que não dá para desacelarar! o pequeno caos que se constroi à nossa volta é que nos obriga a parar. a parar já esgotados, sem ideias e sem vontades.
não é bom.
por isso sugiro-te, aqui, agora e interactivamente que demos um passo gigante.
vamos descontrair um pouco. respirar calmamente. objectivar na boa.
bjs
terça-feira, fevereiro 03, 2004
não sei que vos diga, ando a precisar de levar a vacina da raiva! juro-vos que ainda mordo alguém num futuro próximo, ás vezes só dá mesmo para rir com as atitudes de certas pessoas, mas o mais grave é que não tem piada nenhuma...
e assim vamos seguindo neste imenso engano que é o mundo!
para os mais distraidos pode parecer que estou irritado, mas o que estou é preocupado porque por este andar não há halibut que me safe, além disso esta posição denominada de "rabinho para o ar" nunca me atraiu, estreita-me as perspectivas...
neste momento estou em mudanças, literalmente, estou a mudar de casa e consequentemente a descobrir um mundo paralelo que existia dentro da minha futura ex-casa, um não acabar de objectos que desconheço e que me transcende a forma como ali foram parar, chega a ser arrepiante porque ás tantas só encontro explicação no sobrenatural para esta questão.
e assim vamos seguindo neste imenso engano que é o mundo!
para os mais distraidos pode parecer que estou irritado, mas o que estou é preocupado porque por este andar não há halibut que me safe, além disso esta posição denominada de "rabinho para o ar" nunca me atraiu, estreita-me as perspectivas...
neste momento estou em mudanças, literalmente, estou a mudar de casa e consequentemente a descobrir um mundo paralelo que existia dentro da minha futura ex-casa, um não acabar de objectos que desconheço e que me transcende a forma como ali foram parar, chega a ser arrepiante porque ás tantas só encontro explicação no sobrenatural para esta questão.
domingo, fevereiro 01, 2004
cá estamos. num dia de chuva, céu cinzento e pouca vontade. Pareço um pequeno verme cheio de sono e preguiça. mas estou cá, na mesma. não que tenha alguma coisa para vos dizer. muito pelo contrário. só me apetece dormir e vegetar por aí. mas, ao mesmo tempo, apetece partilhá-lo. este feelling sem peso, levinho, quase que parece que estou a planar.
acordei por volta da uma... levantei-me um pouco naquela de que se não o fizesse poderia lá ter ficado horas e horas e passaria o domingo entre edredons e almofadas, o que não seria mau, mas de um impulso apeteceu-me vir até aqui. beber um café, ouvir um som, falar convosco. o que é sempre produtivo, principalmente pelo feedback encorajador.
e vai daí que realmente não tenho nada para dizer...
bjs da pi
acordei por volta da uma... levantei-me um pouco naquela de que se não o fizesse poderia lá ter ficado horas e horas e passaria o domingo entre edredons e almofadas, o que não seria mau, mas de um impulso apeteceu-me vir até aqui. beber um café, ouvir um som, falar convosco. o que é sempre produtivo, principalmente pelo feedback encorajador.
e vai daí que realmente não tenho nada para dizer...
bjs da pi